O jogo está e sempre esteve presente no cotidiano dos indivíduos, desde os
tempos primitivos até os dias atuais, com menos ou mais intensidade,
proporcionando o prazer e o despertar da criatividade, possibilitando interação
entre os sujeitos aprendentes. Neste contexto, destaco a interação dos jovens
com os games. Interação esta que aponta a existência de uma forma diferente
de aprender na relação dessa nova geração com os jogos eletrônicos. A nova
geração à qual me refiro são os nativos digitais2, ou seja, jovens que navegam
em vários sites, falam ao celular, comunicam-se em chats, ouvem música, etc,
tudo isso simultaneamente. Estes jovens parecem pensar e aprender de forma
hipertextual e não-linear por nascerem imersos nessas novas mídias. Assim,
este artigo propõe-se a fazer uma breve navegação pela história do jogo.
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